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quinta-feira, 27 de junho de 2019


Global TI comemora 18 anos
e anuncia novidades
Estratégia para o 2º semestre inclui expansão do time

interno e nova estratégia de atuação

A Global TI, consultoria especializada em serviços de TI, comemora seu 18º aniversário em novo endereço, em uma sede própria, com uma ótima estrutura. Também anuncia a ampliação do quadro de funcionários e uma nova estratégia para os setores em que atua: mercado financeiro, bancos, seguradoras e indústrias.


“Somos uma consultoria especializada em serviços de tecnologia e para isto necessitamos de um gerenciamento dos nossos profissionais, cuidando das suas competências e realizando a gestão do seu desempenho, visando o melhor resultado para os nossos clientes. Esse é o nosso papel”, explica Leonel Nogueira, CEO da Global TI – especializada em BI, Gestão de Projetos, Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas e Gestão de Squads.

O executivo ressalta que o grande desafio é tornar todo o processo mais dinâmico e produtivo para os clientes ao contratar os profissionais de TI, que é um setor que demanda pessoas bem preparadas, muitas vezes com skill técnico e de negócios e, em outros momentos, com perfil muito específico. “Existe muita escassez no mercado e nosso compromisso é levar aos clientes pessoas qualificadas para as demandas que a empresa tem naquele momento”.

Neste sentido, o foco foi reforçar o time interno especializado em negócios (Hunting, Vendas e Serviços) para buscar os melhores profissionais no mercado, tendo como meta as estratégias dos clientes e o acompanhamento das entregas. Além disto, está sendo feito investimentos em novos sistemas inteligentes que servirão de apoio à gestão e às decisões.

“No 2º semestre daremos início a um projeto para aprimorar a gestão e o conhecimento de nossos profissionais, utilizando processos e uma ferramenta de gestão, com o objetivo de ter uma nova visão dos negócios na nova economia digital, onde tudo é dinâmico”, ressalta o CEO.

Há planos ainda em expandir o portfólio de serviços, em breve, passando a oferecer ao mercado os serviços de apoio e gestão administrativa para as áreas do setor financeiro, administrativo e jurídico. Inclusive com a oferta de profissionais especializados em serviços administrativos/financeiros para pequenas, médias e grandes empresas, que poderão, por exemplo, terceirizar esse tipo de operação pagando pelo o que usar na modalidade de serviço.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Falar de inclusão no mundo corporativo é conviver, e não apenas o cumprimento de uma quota

Por Celso Braga 

Como as empresas devem se preparar para incluir em seu quadro de funcionários colaboradores com necessidades especiais – Quais os ganhos para a empresa? Não estamos falando de cota. Estamos falando de conviver com o diferente para ampliar o olhar para as capacidades, e não limitações físicas.

Como todos os temas novos que surgem, a inclusão passou por um processo de ser algo obrigatório para ser algo que faz parte de nosso cotidiano de verdade. Aconteceu isso com o fator responsabilidade social. Muitas organizações pregavam políticas na parede, que não correspondiam a ações verdadeiras no dia-a-dia. 

Agora, vemos que se tornou verdadeiramente um propósito em muitas dessas organizações. A inclusão, atualmente, nada mais é do que uma cota obrigatória na maioria dos casos. A boa notícia é que caminhamos para a incorporação desta prática como parte do cotidiano e verdadeiramente algo que faz parte, e não algo à parte. 

Preparar o ambiente para facilitar a entrada de pessoas que devem ser incluídas é, ainda, um desafio. Podemos ter cadeirantes, cegos, pessoas com síndromes diferentes e cada um vai precisar de um tipo de adaptação. 

Desse modo, talvez não seja possível termos todas as condições de realizarmos as adaptações antes da chegada destas pessoas, mas podemos fazê-las à medida que a situação se apresenta, o que requer uma cabeça aberta para investir nessas adaptações. 

Lembremos que, se for de verdade e não apenas um cumprimento de cota, ficaremos com o profissional se ele entregar resultados de verdade. Senão, ele poderá sair como qualquer outro profissional. A empresa ganha à medida que as pessoas como um todo percebem o respeito a todas as condições de um indivíduo e as exigências de maneira real para que todos possam dar sua contribuição.

Eu passei por uma situação difícil há alguns anos. Uma empresa me contratou para um evento de integração e desdobramento do planejamento estratégico com 800 pessoas participantes. Após levantarmos o perfil dos participantes e as condições para o evento, criamos algumas atividades que envolviam música e a empresa aprovou. 

Ao chegar ao local, descobrimos que 20% das pessoas eram surdas e que faziam parte do processo de inclusão da empresa. Ninguém lembrou de nos avisar. Demos um jeito na hora, um super desconforto e desafio.

Ao conviver com pessoas diferentes, a ampliação do olhar e a inclusão tem a ver com todos passarem a olhar o diferente como parte do processo e não apenas como uma obrigação de convivência. 

Nas escolas atuais, vejo que isto tem sido comum, as pessoas são incluídas pelos alunos como parte da sala, fazendo com que todos colaborem mais uns com os outros. No trabalho, talvez esse seja o efeito colateral mais desejado, um aumento de colaboração entre todos.
  
Celso Braga – sócio-diretor do Grupo Bridge

sexta-feira, 29 de março de 2019

Startup lança consultoria especializada para transformação digital na educação

Programa contará com o apoio da Microsoft Educação e da Westcon-Comstor eterá duração de 24 meses


A UP Education lança seu programa de Transformação Digital com a mentoria da Microsoft Educação e apoio da Westcon-Comstor. “Estamos em meio ao processo de disrupção digital e mergulhados nos avanços do conceito de Educação 4.0. Isso nos levou a criar um serviço de consultoria 360º, imersivo e que realmente promova uma transformação profunda envolvendo pessoas, cultura, metodologia e ferramentas”, conta H. Cupp, presidente do conselho da UP Education.

O programa completo de Transformação Digital da startup, que apoia instituições de ensino em seu processo de transformação digital com tecnologia e gestão educacional,  tem duração de 24 meses é baseado no Framework de Transformação Digital da Microsoft Educação e contará com quatro fases: Liderança e Política, Aprendizagem e Ensino Modernos Ambientes Inteligentes e Mapa de Tecnologia.

No entanto as escolas poderão adquirir pacotes de serviços de acordo com suas demandas ou disponibilidade financeira. A Microsoft Educação e a Westcon-Comstor subsidiam atividades complementares como   eventos e workshops para gestores, atividades para alunos e até mesmo para pais e responsáveis. Entre os benefícios as escolas terão acesso a recursos atuais e futuros para salas de aula, capacitação estratégica e administrativa, acesso a soluções financeiras para projetos de inovação, e apoio para estabelecer seu planejamento estratégico com visão de longo prazo.

O programa para as primeiras turmas inicia-se em abril de 2019 e as inscrições estão abertas. “Vamos auxiliar as escolas a se posicionarem como novos espaços de aprendizagem e construir um plano estratégico sustentável que engloba desde a mudança de cultura até o planejamento para aquisição de soluções e infraestrutura para a transformação digital que essas inovações necessitam”, explica Ricardo Kuada, diretor da área de produtos e pré-vendas da Comstor no Brasil.

Consulte condições e regras do programa com a equipe da UP Education no email contato@upeducation.com.br 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019


Google For Education transforma o Colégio PM
A Colaborativa implantou o projeto e também capacitou as Unidades de Guarulhos, Osasco e Santo André como “Escolas de Referência Google”

Em parceria com a mantenedora Cruz Azul, a Colaborativa, consultoria de tecnologia educacional, implantou nas 13 Unidades do Colégio PM as soluções do programa Google For Education, sendo que as Unidades Guarulhos, Osasco e Santo André agora são reconhecidas com o selo “Escola de Referência Google” devido às práticas pedagógicas inovadoras.

Tal reconhecimento teve início em Guarulhos, em 2016, com a aquisição de cerca de 1.000 Chromebooks e a certificação de 11 colaboradores na nova plataforma educacional, transformando essa Unidade na 1ª instituição de ensino do município a ser uma “Escola de Referência Google”, assim como a 8ª do estado de São Paulo e a 11ª do Brasil.

Na sequência, a Unidade de Osasco também concluiu o processo de certificação, mediante aquisição de 180 Chromebooks e 42 professores treinados e, no ano passado, foi a vez da Unidade de Santo André, com a aquisição de dois carrinhos de Chromebooks de Recarga e Armazenamento com 72 equipamentos.

“Foi um grande desafio para toda a nossa equipe, mas sentimos muito interesse e curiosidade durante toda a curva de aprendizado, fatores relevantes para o sucesso do projeto no Colégio PM”, destaca Beni Kuhn - Fundador da Colaborativa.

Na unidade de Guarulhos, todas as séries usam e aprovam a novidade na escola. Segundo informa a diretora, após 12 anos trabalhando com laboratório de informática, com a chegada da Colaborativa e as soluções Google, extinguimos a sala e o ambiente se transformou em espaço digital. “Hoje os alunos ganharam tecnologia e um espaço multiuso para vivenciar diferentes experiências. Nem lembram mais das aulas de informática, aprendem de forma intuitiva”, relata Adriana Costa Oliveira Monteiro, Diretora do Colégio PM – Unidades Guarulhos.

Na unidade de Osasco, crianças a partir do 4º ano já fazem inclusive provas e a plataforma Google for Education chega até a 3ª série do ensino médio. “Tínhamos uma sala de TI que foi transformada em espaço multidisciplinar, foi uma mudança muito grande, no começo, os pais estranharam, mas rapidamente perceberam os avanços no aprendizado dos filhos”, explica Meire Moura, coordenadora do Colégio PM – Unidade Osasco.
A Unidade de Santo André, a mais recente “Escola de Referência Google”, comenta que não tinha sala de informática e que a novidade transformou o dia a dia dos alunos e professores. “Os dois carrinhos de Chromebooks andam o dia inteiro pela escola de sala em sala, depende da disciplina. Os alunos estão muito motivados tanto com os Chromebooks como com os recursos da tecnologia Google, o fato de sair de uma aula tradicional para uma dinâmica colaborativa foi renovador em nossa escola”, explica Josiano Martins de Morais, diretor do Colégio PM - Unidade Santo André.
Os professores de Santo André ainda estão no primeiro módulo de certificação, mas, segundo o diretor, os professores se reuniram em grupos em uma força tarefa para aprimorar o conhecimento das ferramentas. “Ainda temos um longo caminho, mas já sentimos a evolução dos professores e a satisfação em adquirir mais conhecimento. Os alunos, por sua vez, levam para casa mais informação além do básico da informática e a escola está bem mais competitiva na região”, conclui Morais de Santo André.
Entre os ganhos alcançados nas escolas, foi apontada redução significante de consumo de papel e energia. “Antigamente, tínhamos 40 máquinas ligadas, ar condicionado, além de um espaço ocioso, pois a sala de informática era usada apenas uma ou duas vezes por semana”, explica Adriana Monteiro. Atualmente as provas são realizadas online e os alunos podem usar os Chromebooks também em vivências e aulas externas.
A iniciativa Google for Education foi criada para disponibilizar um pacote de ferramentas online que incrementam o processo educativo. São soluções desenvolvidas para maximizar a produtividade de alunos e professores, os quais podem interagir fora dos muros da escola com dados acessíveis 24h por meio de dispositivos conectados à internet.
Motivação e visão
“Buscamos a melhoria contínua de nossos processos pedagógicos e de gestão. Após ampla pesquisa no mercado, entendemos que essa transformação seria um divisor de águas em busca da excelência e alinhamento com a tendência do mercado e o futuro da Educação no Brasil” explica o Coordenador de Educação da Cruz Azul, Cel PM Renato Penteado Perrenoud, responsável pela chegada da Colaborativa e da plataforma Google for Education no Colégio PM.
Sobre o envolvimento dos professores o Cel Perrenoud enfatiza que a chave é o respeito do papel do professor e sua relação com seus alunos. “A Colaborativa desenvolve papel fundamental no processo de capacitação e consultoria na execução, obtenção e sustentabilidade desse enorme desafio”- finaliza sobre o papel da Colaborativa em todo processo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Quem deve ser o protagonista em sala de aula?

Por H. Cupp

Vivemos na era da transformação digital. A tecnologia por onde passa muda completamente nossa rotina e atividades diárias. O nosso modelo de trabalhar mudou, com a tecnologia o jeito de produzir e as entregas evoluíram de uma forma tão exponencial, que não faltam exemplos, dá concepção de um projeto, até a entrega, a tecnologia garante hoje mais qualidade, interatividade e encantamento. Hoje vivemos de um jeito diferente, cercados de apps para “quase” tudo. Em São Paulo, por todo lado os aplicativos para locomoção de bikes e patinetes dominam a paisagem. Somos apressados, mas também queremos qualidade de vida, sentir o vento no rosto e experimentar o gosto da aventura.

Na educação, a tecnologia transformadora já entrou, sem bater na porta. Hoje ferramentas tecnológicas como apoio na sala de aula são um caminho decisivo para ampliar e entregar conhecimento com mais eficiência. E acreditem! Na nova era da transformação tecnologia, os alunos assumiram o papel de protagonistas à frente de diferentes tecnologias que encantam os alunos, mas que exigem dos professores capacitação e um jeito novo de se comunicar em sala de aula.

A tecnologia abre uma janela para o mundo em qualquer hora e lugar, o aluno deixa de ser apenas ouvinte para participar ativamente da criação de conteúdo.

E quais os benefícios do uso da tecnologia na educação?

·        Aulas mais motivadoras – As plataformas tecnológicas trilha novos caminhos na educação;
·        Alunos atentos – Celulares e tabletes são ferramentas para os alunos e professores que transformam o aprendizado, encantam e envolvem a todos em sala de aula;
·        Integração – O diálogo entre alunos e professores é ampliado e inventivo, estimula a autoconfiança, afinal os alunos já familiarizados com a tecnologia se demonstram mais afetivos, participativos e autônomos;
·        Aprendizado – A tecnologia estimula o aprendizado e auxilia tanto alunos com dificuldade, quanto aqueles que tem mais facilidade em aprender, pois a tecnologia auxilia na fixação do conteúdo, produtividade e atenção;

Agora que já falamos sobre os benefícios da tecnologia na educação, é possível entender o motivo pelo qual os alunos são considerados hoje protagonistas, afinal o velho modelo de quadro, giz e professor como único e absoluto detentor de conteúdo já não é mais uma realidade, ambos, de mãos dadas, caminham rumo ao conhecimento. E tudo é feito para que o aluno seja de fato o protagonista, sempre!!!

H. Cupp, membro do conselho da UP Education

terça-feira, 29 de janeiro de 2019


Paulo Marcelo é o novo CEO da Solutis

Executivo traz em sua bagagem a liderança em grandes empresas no país 
e exterior para assumir a expansão da empresa e faturar R$ 300 milhões

A Solutis, player de consultoria e serviços de tecnologia com foco na aceleração digital de seus clientes, anuncia Paulo Marcelo como seu CEO, com o desafio de intensificar o crescimento nacional da empresa e atingir um faturamento anual de R$ 300 milhões em 5 anos.

Com mais de 25 anos em TI e com vivência em Transformação Digital, o executivo traz à Solutis sua experiência de CEO da Capgemini e da Resource IT, empresas onde alavancou as operações no Brasil e contribuiu com negócios na América Latina e EUA.

Também foi co-fundador e sócio da Unitech por 10 anos, participando ativamente da fusão com a CPM Braxis e tornando-se responsável pelo crescimento acelerado da empresa até a aquisição pela Capgemini, onde liderou a integração e se tornou CEO.

Com um perfil empreendedor, Paulo Marcelo é mestre em Engenharia de Software pelo IPT-USP, pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP e graduado em Ciências da Computação pela UFBA.

“A missão é liderar a expansão da Solutis, a partir de São Paulo, rumo a novos negócios no mercado corporativo, com base no portfólio digital, inovador e disruptivo da companhia”, ressalta o CEO.

Há oito anos no mercado, a Solutis possui mais de 850 experts e tem como acionistas a DP Participações e a Unipartners - holding de investimentos em inovação e transformação digital, formada por empreendedores, da qual Paulo Marcelo é sócio e conselheiro.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Liderança – por onde começar?

Por Bia Nóbrega é Diretora de RH da Inmetrics

Vamos refletir um pouco sobre Liderança?
Você é um Líder – de Você Mesmo, antes de qualquer coisa e,
provavelmente, de outros em um ou mais contextos.

Se você é “Contribuidor Individual” – profissional que tem seus próprios
desafios, aprende continuamente para superá-los e entrega seus
resultados –, não faz gestão de outros profissionais, mas faz sua
autogestão.

Liderar suas próprias emoções, gerir seu tempo e suas tarefas,
solucionar seus próprios problemas e se automotivar são algumas das
suas responsabilidades como Líder de Si.

Agora, se em um ou mais contextos você já necessita liderar outros
profissionais para fazer as coisas acontecerem, prepare-se, pois é
como manipular uma “máquina de garra” para apanhar prêmios no
parque de diversões. Seria mais fácil usar as suas mãos, mas o jogo
não é mais este!

Se você já era MUITO BOM em atividades de grande complexidade,
provavelmente ao ter seu primeiro time tenderá a relutar em colocar o
“seu” trabalho nas mãos de outros, passando “apenas” a liderar o time.

Se não se cuidar, vai se gabar “o quão bom era” e continuará gastando
seu tempo resolvendo os mesmos problemas em vez de deixar que os
seus colaboradores os resolvam e assim aprendam na jornada.

Agora, se quer se desenvolver como líder, comece por estas três
reflexões:

. O que precisa ser feito? Alinhe expectativas com seus chefes e
pares e atribua atividades corretas às pessoas certas e as deixe
trabalhar;
. Como estar a par das atividades sem atrapalhar? Escute (contrário
de falar sem ouvir), aconselhe, encoraje, obtenha recursos, elimine
barreiras e compartilhe informações;
. Como desenvolver redes de apoio? Ganhe a confiança 360 graus –
chefes, pares, colaboradores e clientes precisam estar ao seu lado.
E não se desespere, pois líderes naturais são tão raros quantos atletas
naturais, mas com treinamento e desenvolvimento é possível ir além!
Bia Nóbrega é Diretora de RH da Inmetrics