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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

 

Os impactos da IoT no consumo online
 
Gastão Mattos,
CEO da Braspag

 
 
Considerada a quarta onda da internet e uma verdadeira revolução na atualidade, a Internet das Coisas ou IoT (Internet of Things) deve influenciar profundamente a sociedade, trazendo impactos e novos negócios.
Segundo dados da Oracle, em todo o globo existem 14 bilhões de equipamentos conectados à Internet, o que significa o dobro da população mundial. A estimativa da IBM é que dentro de 5 a 10 anos, 100 bilhões de objetos estejam conectados em rede. De acordo o Gartner, o segmento atraiu US$ 1bilhão de investimentos em 2013 e esse número deve dobrar em 2014, segundo o IDC. É o início da fusão digital com todas as coisas, a interação do virtual com o mundo real.
A IoT é a comunicação entre objetos por rádio frequência (RFID), podendo estar conectados em rede. Ainda que em pequena proporção se comparada às previsões e pesquisas sobre o tema, ela já é uma realidade. Microcâmeras em pílulas já podem monitorar sintomas e detectar doenças. Telas em refrigeradores permitem controlar a validade dos alimentos e, em alguns países, detectar quando eles acabam. Um futuro muito próximo com cidades inteligentes repletas de objetos conectados por smartphones está por vir, o que pode trazer diversos benefícios às pessoas e ao setor empresarial se feitas com os devidos critérios de segurança e de privacidade.
Nos negócios, a expansão da IoT demanda uma série de oportunidades. A avaliação do comportamento dos usuários já é uma realidade, mas ainda pode ser mais detalhada e precisa. Isso significa oferecer uma gama de funcionalidades e experiências únicas e desejadas, resultando em maior aderência do consumidor.
Por outro lado e não de maneira contraditória, ao "emprestar inteligência aos objetos" a IoT também possibilita avaliar o seu "comportamento", suas formas de utilização e funcionamento "reais", localização, monitoramento do consumo, entre outros, o que permite melhorias significativas no desenvolvimento de produtos, manutenções mais eficazes, maior gerenciamento vinculado ao feedback de informação, economia de recursos e demandas automáticas. É a "humanização" das coisas.
Como protagonista da segunda onda da Internet, o e-commerce já traz inúmeras facilidades: comprar em qualquer lugar e qualquer dispositivo, diversidade de produtos a um clique e facilidades de pagamento com segurança. Ainda assim, a IoT também é uma excelente oportunidade para fomentar o setor. Se por um lado a loja física poderá ofertar mais interatividade com a capacidade de monitorar o tempo do consumidor dentro da loja e personalizar as ofertas ao observar os itens de maior interesse - o que já pode ser feito no comércio eletrônico - além de oferecer atendimento automatizado nas seções, nas vendas online será possível otimizar layouts e processos, oferecer experiências personalizadas como experimentar peças sem ter a necessidade de vesti-las, por exemplo, além da recomendação de serviços adicionais e aplicativos de interesse do usuário, além de maior agilidade e red ução de custos.
A IoT permite o engajamento contínuo com o cliente. Neste sentido, a fidelização está não apenas em oferecer os melhores serviços, mas também em prever os desejos de consumo deste usuário e estabelecer um elo de prazer e confiança. Esta ligação poderá criar um laço que interliga automaticamente o supermercado online de sua preferência para recompor os alimentos ausentes na geladeira, por exemplo.
Mesmo com as inúmeras possibilidades para todos os campos e a interligação do digital com o mundo físico, a IoT não será um conto de terror para o e-commerce. Muito pelo contrário. As facilidades desta nova onda permitirão novos investimentos e podem recriar um universo ainda mais forte, onde tudo seria online, ou seja, aumentando a abrangência daquilo que hoje chamamos canal e-commerce, fundindo canais físicos e online de vendas. A expertise de gestão desta nova tecnologia tem muito mais a ver com as disciplinas do comércio eletrônico do que qualquer outra vertical de negócios hoje existente.
 

sábado, 6 de dezembro de 2014

As empresas brasileiras ainda não estão preparadas para o Bloco K, do Sped
Novo módulo do Sped vai facilitar a fiscalização sobre a produção e os estoques das indústrias e pode gerar multa por sonegação fiscal
 
 
O controle da produção e dos estoques já não era fácil, tanto que nem mesmo era cumprido à risca por muitas empresas, e vai ficar ainda mais difícil a partir de janeiro de 2016. Ele passará a ser informado diretamente nos registros do chamado Bloco K, que vai integrar o Sped (Sistema Público de Escrituração Digital) Fiscal. Com isso, o Fisco passará a controlar informações vitais da empresa, diretamente associadas ao ICMS e ao IPI. A obrigação não inclui as empresas enquadradas no Simples Nacional.
“O Bloco K será uma ferramenta muito importante para a fiscalização, pois obriga as empresas a prestarem, em meio digital, as informações que eram mantidas apenas no Livro de Controle de Produção e Estoque (Modelo 3), em meio físico”, explica Fábio da Silva Oliveira, supervisor da De Biasi Auditores Independentes. “Com isso, o Fisco fecha o ciclo de operações da empresa, podendo efetuar diversos cruzamentos com base na movimentação dos estoques e dados relacionados ao consumo específico padronizado, como quantidades e perdas normais do processo produtivo, e da substituição de insumos para todos os produtos fabricados”, complementa.
Devido à complexidade das informações a serem prestadas no Bloco K, bem como às dificuldades enfrentadas pelas empresas durante a implementação, o Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) decidiu prorrogar a obrigatoriedade para janeiro de 2016. “Mesmo com a prorrogação do prazo, as empresas enquadradas no Bloco K precisam correr para dar conta de tudo o que o novo sistema de controle exige. Além de ter periodicidade mensal, a obrigatoriedade atinge cada um dos estabelecimentos da pessoa jurídica, que devem seguir as regras específicas de cada unidade da Federação”, alerta o especialista.
O objetivo desse controle é acabar com a emissão de notas fiscais com informações incorretas, como as subfaturadas ou espelhadas e as meia-notas, entre outras, assim como a manipulação dos estoques. “Eventuais diferenças apuradas com base na movimentação dos estoques informada no Bloco K poderão caracterizar sonegação fiscal. Então, é importante estar atento às exigências, bem como aos seus impactos nos processos operacionais, nos controles internos e procedimentos fiscais da empresa”, esclarece Fábio. E recomenda: “não basta apenas uma boa solução de tecnologia; em alguns casos será necessário rever a cultura da empresa em relação a alguns aspectos. Trabalhando com uma equipe multidisciplinar a empresa ameniza o risco de falhas e inconsistências”.
As empresas que já não atendiam à obrigação de manter o Livro de Controle de Produção e Estoque em meio físico terão maior dificuldade na criação dos controles necessários para atender o Bloco K e na sua elaboração. “Se até mesmo as indústrias de grande porte, que na maioria das vezes estão mais atentas ao compliance, poderão ter dificuldades para atender ao novo layout, as empresas menores que já descumpriam a regra terão um trabalho ainda maior”, explica Fábio.
No caso das empresas que não têm os controles necessários, o especialista da De Biasi reforça que será necessário criá-los do zero, e isso envolve desde o mapeamento do processo produtivo, das movimentações de estoque, das perdas ou quebras, movimentações existentes com terceiros, até os ajustes de inventário, compras, vendas e outras operações.
A multa pelo não fornecimento de informações relacionadas ao Bloco K ou sua entrega com dados incompletos pode chegar a 1% do valor do estoque total no período. Há, ainda, o risco de o Fisco encontrar inconsistências entre os estoques e a movimentação de compras e vendas das empresas e entender essas eventuais diferenças como sonegação. Neste caso, a multa pode chegar a 150% do valor do imposto devido.
“É preciso diagnosticar se os controles atuais são sistêmicos, consolidar os dados e realizar cruzamentos similares aos que serão feitos pelo Fisco. A De Biasi pode auxiliar as empresas em todo esse processo de consolidação, geração e validação das informações a serem prestadas no Bloco K. Nós efetuamos até mesmo um teste de consistência, o que chamamos de compliance digital preventivo”, conclui Fábio Oliveira.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Presentes tecnológicos para o Natal

Cada vez mais as pessoas procuram aparelhos que facilitem o dia a dia, seja na rapidez, na praticidade ou em inovações em aplicativos e sistemas. A Brightstar é líder de mercado em distribuição de marcas conceituadas como a CCE e Harman Kardon, por exemplo. E esse mês traz duas novidades para os consumidores se presentearem ou presentearem as pessoas queridas neste Natal.

Harman Kardon
 A Onyx Studio, o aparelho conta com quatro alto-falantes e dois radiadores passivos, que fornecem um som de altíssima qualidade para todos os ambientes, ele possui ainda faixa de frequência de 60Hz a 20KHz, transmissor de potência de 4 dBm e impedância de 4 ohm por alto-falante. O dispositivo vem com bateria de íon de lítio de 2.600 mAh, recarregável e é bivolt, a estimativa é que o aparelho custe para o consumidor final cerca R$1.299.
 
CCE
 O celular Motion Plus SK 352 é o grande lançamento da marca. Ele possui uma tela de 3,5” polegadas. O sistema é o Android Jelly Bean 4.2 e o processador é Dual Core de 1GHz , além disso, a sua bateria de longa duração com capacidade de 1420mAh fornece um bom desempenho para realizar qualquer tipo de tarefa, ideal para gravar e reproduzir vídeos e áudio, executar aplicativos e se conectar à internet. O aparelho ainda vem com câmera de 2MP, aplicativos na Google Play, conexão com a internet e memória expansível de 32GB.
 E o melhor é que o aparelho possui todas essas funções, mas tem um preço super acessível. Custa em média R$ 299,90.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

INSTITUTO DO JOELHO HCOR REALIZA TÉCNICA DE IMPLANTE DE MENISCO EM ATLETAS PROVENIENTE DE TRANSPLANTE
 
            As lesões de meniscos eram responsáveis pelo fim da carreira de muitos atletas. Por desconhecimento da função e importância dos meniscos, eles eram removidos integralmente durante o procedimento cirúrgico, o que causava efeitos irreversíveis para as articulações e quadros de artroses (desgaste articular).
  

            A técnica cirúrgica no passado consistia na retirada total do menisco, e hoje o procedimento foi substituído pela retirada parcial, sutura e até transplante, sendo a estrutura mais preservada durante a cirurgia do joelho. No Instituto do Joelho HCor é realizado uma técnica de transplante de menisco e uso de aloenxerto, proveniente de banco de tecidos, com o objetivo de preservar a integridade das estruturas do joelho do atleta, para que ele tenha um retorno rápido e de alto nível em campo. 

          Para o Dr. Rene Abdalla, responsável pelo Instituto do Joelho HCor, a nova metodologia permite que as chances de sucesso da cirurgia seja superior à técnica convencional, no entanto, com um tempo de recuperação maior.  

           “Para não tirar uma parte da estrutura do tendão do próprio paciente, você o agride menos para fazer esse procedimento. Porém, nós não temos ainda no Brasil uma legislação que incentive a construção de bancos de tecidos, para ter a captação, e muito menos a comercialização, que é muito comum na Europa e nos Estados Unidos”, esclarece Dr. Abdalla.

            O menisco é o tecido entre a cartilagem da tíbia e do fêmur. Quando acontece uma ruptura, o mais comum é a retirada da parte lesionada - o que diminui o equilíbrio e a absorção de impactos -, e isto causa muitas dores no atleta. “Com o transplante de menisco de cadáver, toda a área comprometida é retirada e substituída por um novo tecido vindo de doadores, técnica denominada aloenxerto", explica Dr. Abdalla.

 Lesão no menisco:

            O menisco é uma estrutura fibro-cartilaginosa com múltiplas funções e basicamente amortece forças aplicadas ao joelho em todo o arco de movimento. As lesões de menisco causam sintomas característicos como dor bem localizada com períodos de alívio e agravo a determinados movimentos, como agachar e cruzar as pernas, inchaço, e bloqueio (travamento).
 
       Segundo o ortopedista do HCor, o tratamento de uma lesão meniscal dependerá de sua localização, tamanho, tempo de ocorrência, idade e ligação ao esporte do paciente. Esta lesão é tratada por artroscopia com a retirada do fragmento lesionado, popularmente conhecida como “meniscectomia parcial”. Na grande maioria dos casos, este procedimento é suficiente para aliviar a dor, queixas de travamento e faz com que atletas profissionais retornem ao esporte em 20 a 30 dias pós-operatórios.  
          No entanto, as pesquisas realizadas nos últimos 20 anos mostram que a grande maioria dos pacientes submetidos a este procedimento apresentou algum grau de artrose do joelho, embora a maioria não sinta nada. “O consenso mundial hoje é que deve-se ao máximo preservar o menisco em pacientes jovens com lesões extensas e nos casos em que há desvio de eixo (pernas tortas), pois estes casos podem evoluir mais rápido para degeneração (desgaste) e se tornarem de difícil tratamento. Isso especialmente em pacientes jovens que sofreram lesão traumática há pouco tempo”, enfatiza Dr. Abdalla.
As lesões do joelho:
            O número de praticantes de atividades esportivas sofre um aumento progressivo a cada ano. Em nosso país, os esportes que envolvem os membros inferiores são os mais praticados, destacando-se o futebol.
            A articulação do joelho é a região anatômica que sofre a maior frequência de lesões, uma vez que é a maior articulação do corpo e a mais vulnerável. As lesões ligamentares são comuns, principalmente do ligamento cruzado anterior. Nos Estados Unidos, por exemplo, essas lesões atingem mais de 100 mil casos por ano - que podem ser aplicados a outros países que priorizam atividades esportivas.
            “Atualmente, os traumas envolvem múltiplas estruturas da articulação (lesões complexas) onde podemos até traçar uma evolução na gravidade destas, que no passado eram isoladas dos meniscos e atualmente estão associadas a lesões do ligamento cruzado anterior (ligamento que une a tíbia ao fêmur). Atualmente esses traumas se somam aos ligamentos contidos nas laterais do joelho, com envolvimento de estruturas que até pouco tempo nem eram compreendidas, o que levavam a resultados do tratamento cirúrgico muitas vezes ineficiente”, esclarece Dr. Abdalla.
         Segundo o ortopedista, os traumas mais comuns que promovem lesão do L.C.A – Ligamento Cruzado Anterior - são as torções e “choques” direto contra o joelho, durante práticas esportivas (por exemplo futebol e esqui). Nesses casos o joelho é forçado a uma posição anormal resultando em ruptura de um ou mais ligamentos.
            “Na maioria dos casos, quando ocorre lesão do L.C.A, o atleta sente uma sensação de “falseio”, como se o joelho saísse do lugar, acompanhado por um estalo. O trauma é associado a inchaço, dor e incapacidade de continuar jogando. Após algumas horas, o joelho aumenta de volume (líquido intra-articular) e a marcha se torna dificultada. Esses sintomas são piores nos dois primeiros dias regredindo progressivamente”, explica Dr. Abdalla.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

 
 
CISB lança três chamadas de projetos para fomentar a inovação entre Brasil e Suécia
 
O Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (CISB), que atua como um hub internacional para identificar, desenvolver e apoiar a pesquisa e desenvolvimento de projetos em diversas áreas tecnológicas, acaba de lançar três chamadas de projetos colaborativos que tem como objetivo estimular a inovação entre o Brasil e Suécia.
 
A primeira delas, denominada “Suporte para Colaboração Internacional”, tem por objetivo fomentar a colaboração de longo prazo e promover inovação entre a academia e a indústria de ambos os países, na área de Aeronáutica. Para isso, cada proposta de projeto deve integrar parceiros do setor industrial e acadêmico de ambos os países. “Essa chamada inovadora prevê um fomento inicial para que pesquisadores dos dois países possam co-criar projetos colaborativos que sejam do interesse da indústria e das agências de financiamento dos dois países”, aponta Alessandra Holmo, Managing Director do CISB.
 
As propostas devem ter por objetivo discutir e estruturar um projeto futuro de colaboração entre um conjunto de parceiros suecos e brasileiros ou complementar um projeto existente de um dos parceiros, agregando novas parcerias, nas áreas de projeto e operação de aeronaves; desenvolvimento de produtos, manufatura e materiais; sistemas de propulsão, controle automático e sistemas autônomos; e software e segurança.
 
Em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Saab AB, empresa de tecnologia focada em Inovação, com sede na Suécia, a 4ª chamada de Projetos CNPq/CISB/SAAB 42/2014, no âmbito do programa Ciências sem Fronteiras do Governo Federal, oferece 15 bolsas de estudos, sendo 10 para pós-doutorado e cinco para doutorado sanduíche em universidades na Suécia. A 4a chamada de Projetos é focada na área de Aeronáutica, sendo que as áreas de interesse são Materiais e Manufatura, Eletrônica, Tecnologia da Informação e Comunicação e Sistemas de Engenharia Mecânica.
 
A última, denominada “Suporte para Missões Internacionais”, é voltada exclusivamente aos pesquisadores contemplados nas primeiras chamadas CNPq/CISB/SAAB. O objetivo é dar continuidade às atividades desenvolvidas pelos pesquisadores na Suécia e/ou criar novos projetos colaborativos. “Essa é uma grande oportunidade para intensificar a rede de pesquisadores dos dois países e criar um ambiente fértil para o aumento da cooperação em pesquisa e desenvolvimento”, explica Alessandra.
 
Para isso, as áreas de pesquisa prioritárias são materiais e manufatura; eletrônica; tecnologia da informação e comunicação; sistemas de engenharia mecânica; e energia & meio ambiente.
 
Outras informações sobre as chamadas de bolsas de estudo podem ser obtidas em www.cisb.org.br.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Estudo da IDC Brasil aponta crescimento de 8,7% do mercado de serviços de TI
Levantamento leva em consideração o período de julho de 2013 a junho de 2014, na comparação com os últimos 12 meses. Para o analista sênior Renato Rosa, o desempenho foi positivo

 Estudo realizado pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações mostra que o mercado de serviços de TI apresentou crescimento de 8,7% no período compreendido entre o segundo semestre de 2013 e o primeiro semestre de 2014, na comparação com os últimos 12 meses.
Para Renato Rosa, analista sênior de pesquisas da IDC Brasil, considerando a instabilidade econômica, a inflação, o carnaval tardio, a Copa do Mundo e as incertezas com o período eleitoral, foi um bom desempenho. "Os serviços de TI vêm apresentando taxas de crescimento de 3 a 4 vezes superiores às do PIB Brasil, mostrando a disposição dos players em atender às demandas", diz. Para compensar os feriados, por exemplo, vários fornecedores anteciparam seus pipelines de vendas e investiram ainda mais em ferramentas de automatização de processos, como forma de aprimorar a qualidade e a rentabilidade nos contratos. "O mercado continua forçando a redução de preços, e cada vez cobra mais agilidade e a entrega de projetos rápidos e inovadores. Essa tendência gera uma demanda crescente por serviços na terceira plataforma", diz Rosa. "O futuro da TI está ligado às soluções de cloud computing, mobility, big data e social", afirma.
Segundo o analista sênior de pesquisas da IDC Brasil, o primeiro semestre de 2014 também foi fértil em termos de aquisições e fusões, mostrando que cada vez mais as empresas irão focar nas suas atividades, no que têm e oferecem de melhor, visando maior eficiência e rentabilidade.
Outra conclusão do estudo realizado aponta que os setores de saúde e agrobusiness se destacaram pelo aumento do interesse e nível de maturidade em relação a soluções de serviços de TI.
Para o próximo ano, a perspectiva da IDC Brasil é otimista. "Passado o período de incertezas políticas, acreditamos que teremos um período bastante promissor", diz Rosa.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Driftin lança linha completa de acessórios para câmeras GoPro
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Carregador Driftin Bateria Dupla
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Estojo Driftin para transporte
 
A Driftin amplia seu portfólio de produtos com o lançamento de uma ampla linha acessórios para as câmeras GoPro, mais de dez itens diferentes para passeios e esportes aquáticos, aéreos ou terrestres com bicicletas, motos, skates, pranchas, paraquedas, e outros equipamentos esportivos.
Em acrílico resistente e de qualidade, as novidades são compatíveis com todas as versões de câmeras GoPro (HERO3+, HERO3, HD HERO2 e HD HERO) e diferenciam-se pelo preço.
Carregador duplo de bateria, permite carregar duas baterias GoPro Li-ion de forma simultânea. Entradas USB padrão, carregador de automóvel ou tomadas convencionais.R$ 149,00.
Para a proteção da câmera e seus acessórios, a Driftin disponibiliza o estojo para transporte GoPro, resistente, permite guardar de forma organizada suportes, acessórios, clipes, controles remotos, baterias e muito mais.R$119,00
Suporte para Guidão ou Tubo de Selim. Ideal para ser preso em todos os tipos de tubos com diâmetro entre 0,75?" e 1,4?" (1,9cm - 3,5cm), permite prender a câmera com segurança e estabilidade em guidão, tubo de selim, bastão de esqui, correias, pequenas barras redondas, cabeças de parafuso, barras de controle do windsurfe e kitesurfe. Vem com braço ajustável em 3 direções, garantindo o ângulo desejado.R$ 79,00
A linha da Driftin para câmeras GoPro conta ainda com Monopod com adaptador e acabamento metálico, Filtro Vermelho que garante correção de cor durante a captura de imagens em água, Capa para Caixa com Flutuador , Grip de Mão Flutuante para fotografar na água sem preocupações, Suporte de Ventosa, Adaptador para Tripé, Suporte de Armação, Fita para Capacete com Furos, Fita para Capacete e Suporte para Fixação Peitoral.