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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Outsourcing de impressão: vantagens para pequenas, médias e grandes empresas
 
Não é de hoje que o outsourcing de impressão é visto como uma solução para otimizar o trabalho das empresas de diferentes segmentos. O serviço, que tem evoluído ano a ano no Brasil, não se resume apenas à locação e instalação de equipamentos. De acordo com a OKI, uma das principais marcas de soluções de impressão do mundo, dentre os objetivos do outsourcing está, principalmente, o gerenciamento de impressões, visando controlar e reduzir gastos excessivos e desperdício. Isso é possível, por exemplo, por meio de uma análise do parque e instalação de equipamentos e softwares adequados, de acordo com o negócio da empresa contratante. Pesquisas apontam que tanto os gastos com impressão quanto os custos relacionados ao parque de impressão podem cair até 30% com a implementação do outsourcing.
 
Inicialmente desenhado para atender grandes empresas, hoje o serviço é indicado, também, para pequenas e médias corporações. “Toda empresa que entende que pode evitar desperdício, seja de materiais ou de tempo, pode optar pelo outsourcing”, afirma Marcelo Cerri, gerente de marketing da OKI. “Ao terceirizar a gestão e o controle de impressão, além do fornecimento do equipamento e suprimentos, manutenção preventiva e corretiva, atendimento técnico no local e softwares de gerenciamento e segurança, a área de TI das empresas ganha tempo para focar no que de fato interessa para o negócio, o seu core business”, completa.
 
Além de todos esses benefícios, um diferencial do outsourcing é oferecer serviços de maior valor agregado, como a instalação de equipamentos já planejados e compatíveis com as novas tecnologias de gestão documental. “É uma forma de se antecipar às necessidades do cliente, fornecendo equipamentos mais completos e com predisposição para softwares de captura, armazenamento, gerenciamento, distribuição e segurança das informações”, afirma Cerri.
 
Abaixo, o executivo enumera as principais vantagens do outsourcing e dá dicas de como escolher um bom prestador para esse serviço. Confira:
Vantagens:
ü  Controle, gerenciamento e redução de custos com sistemas de impressão
ü  Atendimento personalizado e conforme demanda
ü  Manutenção dos equipamentos e reposição de suprimentos originais
ü  Atualização tecnológica
ü  Redução de desperdícios
ü  Padronização e modernização do parque de impressão
ü  Agilidade e eficiência no parque de impressão
ü  Segurança no processo de impressão
ü  Desenvolvimento de soluções customizadas
 
O que observar na contratação:
ü  Alcance de atendimento do fornecedor
ü  Atendimento dos níveis de serviços (SLA) contratados
ü  Disponibilidade de suprimentos
ü  Controle de qualidade
ü  Desenvolvimento e atualizações frequentes das soluções oferecidas
ü  Centralização do atendimento

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

 
Setor automotivo é fortemente influenciado pelos
hábitos de compra nas redes sociais
Capgemini ouviu mais de 10 mil consumidores em 10 países, incluindo o Brasil
 
A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, divulga a 15ª edição do Cars Online 2014 Generation Connected, que destaca o aumento da demanda por conectividade e a influência avassaladora dos hábitos de compra em redes sociais e meios digitais. A pesquisa foi realizada com mais de 10 mil consumidores, e revela que a nova geração de clientes conectados está demandando inovações do setor automotivo.
O relatório mostra como os fabricantes de autopeças e as concessionárias devem adaptar sua abordagem para melhorar a experiência do cliente, de modo a permanecerem competitivos e oferecer uma nova combinação de serviços automotivos.
De acordo com a pesquisa Cars Online, que esclarece a relação das concessionárias e das montadoras de automóveis com os clientes, as crescentes demandas digitais e as expectativas dos consumidores acerca das tecnologias de conectividade devem transformar o setor. Isso traz uma série de implicações para os fabricantes, que devem atender à procura progressiva dos clientes atuais por uma experiência mais holística nos canais de compra - seja no ambiente online ou no físico.
Mesmo com mais da metade (55%) dos respondentes da pesquisa afirmando que o vendedor da concessionária ainda é a fonte mais importante de informações, o estudo mostra que as vendas online e os consumidores digitais estão se tornando o motor propulsor da comercialização de automóveis. A maioria dos clientes (97%) usa a internet para pesquisar as características dos veículos, os níveis de satisfação e as avaliações dos clientes, além de verificar a reputação dos fabricantes e da concessionária quanto à honestidade e ao atendimento dos clientes.
Além disso, 76% dos entrevistados postam ou pretendem postar suas experiências com os veículos nas redes sociais. No Brasil, especificamente, essa porcentagem chega a 84%, atrás apenas da China e da Indonésia, com 97% dos usuários.
O relatório também apontou que, no geral, 44% dos consumidores estão dispostos a comprar um carro pela Internet. Este índice aumentou 50% com os clientes da geração Y (entre 18 e 34 anos de idade). Igualmente, as redes sociais se tornaram um fator relevante na busca por carros - 85% dos consumidores esperam que as montadoras e concessionárias interajam com eles nas redes sociais e 73% têm sua decisão de compra influenciada pelos comentários positivos postados.
Cerca de 47% dos entrevistados disseram ter interesse por um pacote de mobilidade, com uma vasta gama de veículos, serviços e acessórios que podem ser adquiridos por um preço fixo e um período determinado de tempo. Em mercados emergentes o interesse é ainda maior, com mais da metade dos consumidores na Coreia do Sul (53%), Brasil (57%), Indonésia (61%), Índia (67%) e China (68%).
O estudo indica, ainda, que a comunicação entre o carro, o motorista, a montadora e a concessionária será vital no futuro, uma vez que oferece uma oportunidade que beneficia a todos. Assim, possibilita uma interação pós-venda centrada nas demandas mais importantes do consumidor: segurança e experiência ao volante (83%), gestão do veículo (79%) e atendimento ao cliente em tempo real (74%). Além disso, a era do carro conectado traz uma grande oportunidade para as montadoras entenderem melhor seus consumidores finais, uma vez que a maioria (80%) dos compradores de automóveis está mais disposto do que nunca a compartilhar seus dados com as fabricantes e concessionárias - desde que obtenham algum benefício em troca.
"Os clientes conectados assumiram o controle. O novo consumidor de automóveis sabe exatamente o que e como quer. Ele também está usando a tecnologia para aumentar seu poder, tanto como comprador quanto como usuário de veículos. Consequentemente, já vemos várias concessionárias e montadoras atentas  às mudanças no processo de compra de automóveis, olhando além das lojas físicas e buscando envolver os clientes e interagir com eles em diversos canais", comenta o líder global do setor automotivo da Capgemini, Nick Gill. "Essa nova dinâmica cria uma série de oportunidades para manter relacionamento com os consumidores, permitindo conhecê-los melhor durante o processo de compra".
Os resultados do 15° relatório anual Cars Online 2014 Generation Connected foram obtidos em uma pesquisa conduzida com clientes de dez países: Alemanha, Brasil, China, Coreia do Sul, EUA, França, Índia, Indonésia, Reino Unido e Rússia.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Business Solutions é a nova área da Global TI
Especialistas oferecem desde consultoria até suporte ao ERP Infor, soluções fiscais, gestão e manutenção de ativos – EAM e de Supply Chain – WMS
 
A Gobal TI, provedora de serviços especializados e soluções diferenciadas em Tecnologia da Informação, anuncia a área de Business Solutions para oferecer ao mercado projetos com ERP Infor, Gestão e Manutenção de Ativos EAM, Gestão de Supply Chain (com ênfase em Logística-WMS) e soluções fiscais. O maior diferencial é que os profissionais dessa nova área possuem, em média, 15 anos de experiência. “O que nos permite prover aos clientes desde a implementação até o suporte adequado, por meio de consultores de negócios que conhecem os processos e as tecnologias de cada uma dessas soluções”, afirma Leonel G. Nogueira Jr, CEO da Global TI.

Ao criar essa área, a preocupação da Global TI foi formar um time com conhecimento continuado, o que traz segurança aos clientes quanto à qualidade do projeto, cumprimento de prazos e o término dentro do plano pré-estabelecido.

“Nossa equipe está pronta para implementar e dar suporte às soluções que estão em nosso portfólio. Com toda a gestão do projeto e a certeza de que haverá a entrega contratada”, diz o CEO.

A nova área de Business Solutions faz desde a consultoria e implantação de projetos (envolvendo o ERP Infor, Gestão e Manutenção de Ativos EAM, WMS e soluções fiscais) até a sustentação após a implementação – que pode ser presencial, por meio de consultores especialistas, ou suporte remoto.

Fundada em 2001, a Global TI proporciona ao mercado de Tecnologia da Informação serviços especializados e soluções em diferentes Plataformas, Tecnologias e Segmentos Econômicos, provendo aos clientes equipes de especialistas centradas em qualidade e agilidade, utilizando metodologias baseadas nas melhores praticas do mercado.

O foco da Global TI é investir continuamente em pessoas, formando consultores especialistas em tecnologias, negócios e nos segmentos de Seguros, Saúde, Varejo, Indústria, Serviços e Logística.

Para atender o objetivo estratégico de crescimento, a Global TI tem como foco a prestação de serviços diferenciados como a Fábrica de Negócios, Soluções para Mobile, Alocação de Profissionais, Hunting, desenvolvimentos em Microsoft SharePoint, além da venda de licenças, implantação e consultoria em ERP, BI, CRM, Gestão de Documentos (ECM/GED), Gestão Financeira, Gestão do Desempenho Corporativo, Gestão do Ciclo de Vida de Produto, Solução Fiscal, Gestão de Supply Chain (com ênfase em Logística), Gestão de Ativos e Manutenção.

Entre seus principais clientes estão: Mapfre Seguros, Aliança Seguros (Banco do Brasil), Tokyo Marine Seguradora, Intermédica Saúde, Interodonto, NotreDame Seguro Saúde, Generali Brasil Seguros, Sodexo, Saint-Gobain, Vale Sul, Via Varejo, RSA Seguros, Nova.Com, Hitachi, G.E. Oil and Gas, Berkley International, IOB, Aduaneiras, Ace Seguros, Vida Seguradora, entre outras.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Comprando e andando pelo telefone
No Brasil celular já é tão relevante como ferramenta de compra quanto computador de mesa ou laptop
 
A décima quarta edição da pesquisa F/Radar, realizada pela F/Nazca com o apoio operacional do Datafolha, aponta que 1 em cada 10 internautas brasileiros fez alguma compra pela internet nos últimos 12 meses utilizando o telefone celular. Mesmo percentual verificado no caso do computador de mesa e do laptop.

Segundo a pesquisa, o uso mais recorrente da internet no País diz respeito ao consumo: pesquisar o preço de produtos desejados é a atividade mais usual entre os brasileiros, seja nos dispositivos móveis (celular e tablet), seja naqueles tradicionais (computador de mesa e laptop).

O estudo revela ainda que 28% dos internautas costumam dar opinião online sobre produtos comprados, sendo as páginas das marcas nas redes sociais a principal arena de críticas e elogios.

“As caixinhas de sugestões há muito tempo transcenderam o ponto de venda. Hoje elas se deslocam junto com o consumidor e são visitadas continuamente por milhões de pessoas. Quem estiver melhor preparado para interpretar e mobilizar esse enorme potencial geocolaborativo levará vantagem”, avalia José Porto, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.

A pesquisa F/Radar é realizada desde 2007. No levantamento deste ano foram feitas 2,6 mil entrevistas em 144 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do censo de 2010 e estimativas de 2013 do IBGE.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014


 

10 ITENS QUE A SUA EMPRESA TEM QUE CONSIDERAR 
PARA SER INOVADORA EM 2015

O especialista Valter Pieracciani dá dicas de como aumentar o grau de inovação da sua equipe

Muito se fala sobre a importância da inovação para o crescimento e o sucesso das empresas brasileiras e não há dúvidas que o País está avançando neste nicho, mesmo que vagarosamente. Entretanto, ainda são poucos os executivos que sabem iniciar e conviver com o processo inovador diariamente. Segundo Valter Pieracciani, sócio da Pieracciani - consultoria de gestão focada na inovação -  o grande problema das corporações não é a falta de inovação e sim a falta de reconhecimento do potencial que as grandes ideias têm. "A maioria das empresas não conseguem nem identificar o surgimento da inovação, que acaba se perdendo dentro de processos burocráticos e equipes que não se comunicam", analisa.

Para mudar esse cenário, a entrada do ano pode ser o momento ideal. Valter Pieracciani, que é também autor do livro "Usina de Inovações", cita os dez itens mais importantes para transformar a marca em sinônimo de inovação:



PESSOAS - Estão ao centro da inovação. Assegure-se que suas equipes conheçam, de fato, as técnicas para a geração de inovações (seis chapéus, brainstorming, mapas mentais etc.). Muitos profissionais pensam que conhecem, mas poucos realmente usam e aplicam estas valiosas ferramentas na prática.

PROCESSOS - Não há inovação sistemática, repetida, sustentável, sem um caminho ou um conjunto de etapas predefinidas para que as ideias surjam e fluam até se tornarem projetos de inovação. Desenhe este caminho, pensando em como aconteceu sua última grande inovação.

AMBIENTE - Deve existir um habitat para a inovação. O ambiente físico deve privilegiar a ação integrada das equipes, a comunicação e sinergização das ideias e a criatividade. Deve ser descontraído e alegre.

RELACIONAMENTOS - Ninguém faz inovação sozinho.  A empresa deve relacionar-se ativamente com universidades, institutos de pesquisa, clientes e fornecedores, potencializando assim os resultados.  

VELOCIDADE - O mundo está "girando" muito depressa.  Tão importante quanto ser inovador é ser rápido e chegar primeiro. É por este motivo que devemos nos comparar o tempo todo a nossos concorrentes e estar seguros de que somos mais rápidos que eles.

TECNOLOGIA - É combustível valioso para a inovação.  Novas tecnologias que podem impactar diretamente nosso negócio surgem todos os dias.  Temos que acompanhá-las de perto e estarmos sempre prontos para incorporá-las em nossos negócios.

ESTRUTURA - A inovação não sobrevive em estruturas organizacionais compartimentadas e cheias de caixinhas. Os organogramas devem assegurar flexibilidade, privilegiar a gestão de projetos e os arranjos "ad hoc".

INDICADORES - A sua empresa não evoluirá se não forem estabelecidos indicadores que meçam a inovação e metas. Estas devem ser permanentemente monitoradas.

VALORES - Cuidado com as diferenças entre discurso e a realidade. Na "usina de inovações", há tolerância ao erro e afinidade com o risco. Experimenta-se mais e "benchmarkeia-se" menos.

CULTURA - Todas as condutas acima reforçarão a cultura de inovação da sua empresa, na qual arrisca-se mais, pensa-se "fora da caixa" e faz-se diferente o tempo todo.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Mullica Hill Group começa a construção da maior reserva solar roboticamente controlada no mundo, localizada em Mullica Hill, NJ
 A AGRO Merchants Group fez parceria com a National Energy Partners para construir e operar a reserva solar de 2,7 megawatts


A Mullica Hill Group, integrante ativo da AGRO Merchants Group, começou a construção de uma moderníssima reserva solar em suas instalações de armazenamento a frio em Mullica Hill, Nova Jersey. Quando estiver finalizado no início de 2015, haverá 10.752 painéis solares girando por meio da robótica para maximizar a eficácia e entregar 70% das necessidades elétricas aos armazéns. Um avançado sistema de rastreador de eixo duplo produzirá mais energia que um sistema convencional permitindo que os painéis rastreiem o movimento do sol no horizonte. Esta será a maior reserva solar controlada roboticamente no mundo.

“Estamos muito animados com este projeto a longo prazo com a NEP”, declarou Fred Sorbello, CEO da Mullica Hill Group. “A NEP é reconhecida mundialmente como líder desenvolvedora de energia renovável com uma sólida trajetória permitindo que as empresas cumpram seus objetivos econômicos e ambientais. Este projeto representa um importante desenvolvimento estratégico em câmaras frigoríficas e apresenta a inovação que a Mullica Hill Cold Storage e a AGRO Merchants Group está fornecendo à indústria. “Mullica Hill Cold Storage é a maior receptora de carne importada nos Estados Unidos e oferece suporte às três casas de inspeção da USDA (departamentos de agricultura dos Estados Unidos). A empresa também fornece pães artesanais congelados, frutos do mar e produtos derivados de aves, bem como transporte de e para seus seis armazéns no sul da Nova Jersey por vias oceânicas, aéreas, ferroviárias e rodoviárias.
“A NEP orgulha-se de trabalhar com a AGRO Merchants Group em nosso maior projeto solar robótico do mundo. Estamos ansiosos para ajudar a fornecer suas instalações de câmaras frigoríficas com eletricidade limpa e renovável em abundância utilizando a energia do sol”, afirmou Jeremy Conner, CEO da National Energy Partners.
A NEP acredita que a demanda futura de energia deva ser realizada com responsabilidade mínima sobre a economia da nação, e menos impacto no meio-ambiente. A NEP compromete-se a ajudar os clientes a obter os benefícios e economia de energia limpa reduzindo alto investimento inicial de capital. A empresa desenvolve, financia, gerencia e realiza projetos solares tanto por energia distribuída como por sistemas de reservas solares.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cinco erros de empresas nas 
redes sociais em 2014
Especialista dá dicas do que não deve ser repetido por empresas em 2015

Além de interagir com a família e os amigos, as pessoas estão usando as redes sociais também para entrar em contato com empresas  e se relacionar com suas marcas. Inicialmente apenas as grandes empresas notaram a importância da participação e atuação nesse meio,  mas cada vez mais também  empresas de pequeno e médio porte também seguiram esses passos.

Segundo Alessandro Lima, CEO da E.life, uma interação de qualidade e efetiva pode gerar uma reputação positiva para a marca e um resultado mais eficaz até do que uma campanha publicitária, dependendo do tamanho da repercussão. "Já o contrário, ou seja, uma interação inexistente ou inadequada com o consumidor, pode causar ruídos desnecessários sobre a marca e até grandes estragos na imagem".
Veja abaixo os cinco maiores erros de empresas e marcas em 2014, de acordo com o especialista.
 1.     Criar diversas páginas para a mesma marca: este erro acontece bastante com franquias. Como muitos franqueados cuidam do seu próprio marketing, muitas vezes o franqueador não consegue alinhar uma presença única para a marca em redes sociais. O resultado é a multiplicação de perfis de uma mesma marca em redes como o Twitter e Facebook, criando confusão para o cliente.
 2.     Confundir página e perfil no Facebook: Muitas marcas ao tentarem criar uma página acabam criando um perfil. O erro gera uma situação engraçada no Facebook: consumidor e marca se tornando amigos.
 3.     Não monitorar os grupos do Facebook: os grupos do Facebook se tornam cada vez mais populares. Hoje há grupos sobre vários temas com milhares de consumidores discutindo todo tipo de tópico ativamente. Com os murais públicos cada vez mais fechados (reflexo da mudança das políticas de privacidade do Facebook em 2014) monitorar os grupos amplia a visão earned da marca.
 4.     Achar que o Twitter perdeu relevância: Recentemente o Instagram divulgou um número maior de usuários do que o Twitter no mundo. Em 2014 muitas empresas deixaram de apostar em ações no Twitter por acharem que a rede perdeu relevância. Erraram feio. A rede nunca gerou tanto buzz como em 2014, quando a Copa do Mundo e outros eventos que aproveitaram o real-time do Twitter, engajaram milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Em 2015 novas parcerias com canais de TV e conteúdo prometem impulsionar ainda mais o alcance do Twitter.
 5.     Deixar de considerar em ações de marketing novas redes: Um levantamento rápido feito pela E.life em 2014 mostrou que o Snapchat, junto ao Instagram, foi uma das redes sociais que mais cresceram em utilização no Brasil em 2013. Com cem milhões de usuários no mundo e valoração de US$ 10 bilhões, o Snapchat já foi utilizado no Brasil pela TIM e Forever21, e fora do Brasil por TacoBell e HBO. Em tempo gasto, o app do Snapchat foi mais utilizado do que o Twitter pelos jovens americanos de 18-24 anos, segundo a ComScore.

Pioneiro em inteligência de mercado e relacionamento na Web 2.0, o grupo E.life é líder em análise de mídia gerada pelo consumidor e interações em redes sociais, oferecendo serviços e ferramentas de software.  Com operações iniciadas em 2004, atualmente conta com três unidades de serviços - Monitoramento, Pesquisa & Inteligência e Social CRM, e uma plataforma digital -  Buzzmonitor -  para monitoramento, relacionamento e mensuração da performance de marcas, produtos e serviços em redes sociais. Além disso, oferece serviços por meio de outras duas empresas: a  Mobi.life, especializada na criação e desenvolvimento de aplicações para dispositivos móveis, e a Social Agency, dedicada ao planejamento, gestão de comunicação e métricas do ambiente digital.  Com sede no Brasil, o grupo  E.life expandiu sua atuação para o mercado internacional e hoje oferece serviços a clientes em todo mundo, com operações na Espanha, Portugal, México e Austrália. Atualmente conta com cerca de 200 profissionais no Brasil, divididos entre São Paulo e Recife, e mais de 20 colaboradores no exterior.