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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Datacubo lança
aplicativo “faltou?”, que mapeia áreas com problemas em serviços e
abastecimento
App cria ranking de localidades com falta de água, energia elétrica, telefone e outros serviços
A DataCubo, empresa desenvolvedora de tecnologia associada à agência full service BigBee, disponibilizará ao mercado, no dia 29 de janeiro, o aplicativo para dispositivos móveis “Faltou?”, cujo objetivo é criar um banco de dados e ranking para que as pessoas, de forma simples, apontem localidades que estejam com problemas ou falta de algum serviço, como água, energia elétrica, telefone ou internet.
Após o usuário se logar no aplicativo (que pode ser feito com cadastro direto ou por Facebook), ele poderá criar alertas para falta de serviços ou abastecimento de qualquer localidade no Brasil. O app reconhece onde o usuário está e sugere que o alerta seja criado nesse local. “No entanto, disponibilizamos também a opção para que uma outra localidade seja selecionada para cadastro, para quando, por exemplo, o usuário estiver no trabalho mas quiser cadastrar uma falta de água que teve em casa no dia anterior”, conta Alejandro Abiusi, sócio-proprietário da DataCubo.
“A ideia para o aplicativo surgiu no ano passado, quando começaram os relatos seguidos de falta de água em vários pontos da cidade. Dada a piora da situação hídrica, achamos que um app desse tipo seria um bom serviço social”, conta, ao dizer que, na concepção, a agência passou a enxergar utilidade para outros serviços também, como, por exemplo, quando um usuário quiser contratar internet de banda larga, mas não souber qual funciona melhor na região que reside. Nesse caso, bastaria acessar o ranking e ver qual prestadora de serviço menos falhou naquela região.
Todos os alertas cadastrados são classificados por cidade, estado e tipo de serviço, e o acesso ao ranking é aberto para qualquer usuário cadastrado, mesmo que ele nunca tenha criado nenhum alerta. “Inicialmente, as informações ficarão disponíveis somente no app, mas dependendo da sua receptividade, lançaremos um site onde o ranking estará acessível a todos”, complementa Abiusi.
O aplicativo é gratuito e, nesse momento, estará disponível somente para iOS, Em breve, será disponibilizado para Android.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Tendências para a área de infraestrutura de telecomunicações 2015
O ano de 2015 trará bastante movimento à área de infraestrutura de comunicação, principalmente devido a algumas mudanças de tecnologia e ao aumento da demanda do consumidor final por conectividade em todos os lugares.
Por isso, a SES lista três previsões para o mercado mundial de telecomunicação e de broadcasting, que vão desde o aumento do número de canais em Ultra HD e o uso de transmissão de dados via satélite em coberturas oceânicas, principalmente em trajetos aéreos e marítimos, até o uso cada vez maior de sistemas híbridos para a recepção de canais de televisão.
1. A transmissão da tecnologia Ultra HD irá evoluir e novos canais começarão a chegar aos usuários. Considerada uma evolução natural do HD, o Ultra HD (4K) começará a ter seus primeiros canais na Europa e EUA no início de 2016. Ao longo de 2015, a tendência é que as empresas passem a utilizar a tecnologia e produzir novos conteúdos. Além disso, o 4K também será impulsionado pelos Jogos Olímpicos Rio 2016, que será transmitido nessa resolução. Na região da América Latina, isso deve ocorrer a partir de 2017/2018.
2. Novas formas de distribuir dados por satélite trarão economia a empresas e consumidores. O aumento de demanda por dados em todos os locais está levando à criação de satélites voltados para esse mercado. Essa inovação, que beneficiará principalmente companhias aéreas e de rotas marítimas, permitirá ao consumidor se conectar por um custo menor e com maior qualidade em voos, cruzeiros e locais remotos, por exemplo.
3. Sistemas de televisão híbridos trarão maior opção ao usuário. Com a mudança de hábito dos consumidores, que buscam cada vez mais programações personalizadas e em múltiplas telas, as operadoras de televisão irão fornecer seus canais de forma híbrida. Ou seja, haverá a transmissão linear, no qual o usuário receberá os sinais e terá acesso às grades tradicionais, e também via internet, para compras online ou a seleção de programação à la carte.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Energia
solar térmica tem custo 75% menor
que energia elétrica
O Dasol -
Departamento Nacional de Aquecimento Solar da Abrava - Associação Brasileira de
Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento chama atenção para a
crise da energia elétrica e o expressivo aumento das tarifas. O uso da energia
solar térmica pode contribuir com o setor elétrico e proporcionar economia
direta para o consumidor sem deixar de lado o conforto e bem estar. O kWh de
energia solar térmica tem um custo de cerca de R$ 0,13 contra o de energia elétrica
que é de R$ 0,55, uma proporção de 4 por 1. E, para que o consumidor se proteja
das altas tarifas o Dasol sugere a utilização de energia solar térmica para
aquecer a água do banho, torneiras e piscina.
Para o presidente do Dasol, Luís Augusto Mazzon, "o ano de 2015 se inicia com a introdução das bandeiras tarifárias de energia elétrica, que sobretaxam em R$3,00 a
cada 100 kWh de consumo, e com reajustes anuais previstos de até 40%. E nos
termos de uma solução, de um lado temos a declaração do Ministro de Minas e
Energia, de que será importante que as pessoas economizem energia, frente aos
problemas que o setor elétrico enfrenta com a falta de chuvas, associado aos
altos custos de operação das usinas termelétricas. De outro lado estamos
oferecendo uma energia quatro vezes mais barata que a energia elétrica "
Comparando o custo benefício da utilização da energia solar térmica com a energia elétrica para o aquecimento de água para o banho, temos o custo do investimento em aquecimento solar, com valores de instalação e operação que resulta em tarifa equivalente de R$ 0,136 por kWh e sem variações por até 20 anos, que é a vida útil do equipamento, enquanto o custo de energia elétrica é de R$ 0,55 por kWh, com impostos, e, ainda, devendo-se somar as bandeiras tarifárias e novos aumentos nos próximos anos. A conclusão é que o custo da energia elétrica é cerca de 4 vezes superior ao aquecimento solar, que proporciona geração de energia térmica gratuita, descentralizada, em abundância, entre outras. Para o Dasol, não há mais o que esperar-se para a adoção de um uso maciço dessa tecnologia.
Para neutralizar os impactos no bolso do consumidor, considerando que a geladeira, o ar condicionado e o chuveiro são os 3 eletrodomésticos responsáveis pela maior fatia da conta de energia residencial, será preciso ir além das dicas de economia tradicionais, e adquirir equipamentos que eliminam parte expressiva do uso da energia elétrica, como a utilização do aquecedor solar para o banho.
Em se tratando do chuveiro elétrico, uma família que tenha 5 banhos por dia de 8 minutos, no total de 40 minutos de banho por dia, o consumo médio mensal ao longo do ano será de 87 kWh/mês de energia.
Como exemplo de benefício na substituição do tipo de energia no chuveiro, a substituição de energia elétrica por energia solar térmica para o uso do aquecimento da água do banho em uma residência que têm em média um consumo de 270 kWh/mês, com a implantação do aquecedor solar a mesma deixaria de consumir cerca de 70 kWh/mês, 840 kWh/ano, o que correspondente a uma economia média de R$ 660,00/ano considerando-se as tarifas atuais, e de R$924,00/ano se considerado o aumento de 40% a ser dado ainda em 2015.
De acordo com o Dasol, com a economia gerada pelo uso do aquecedor solar, o valor economizado em dois anos e meio pagaria o investimento no sistema de aquecimento solar, de cerca de R$ 2.000,00 para um produto que atende a uma residência com4 a
5 pessoas, e ainda com uma economia financeira na ordem de R$ 11 mil reais,
considerando a tarifa atual, que será gerada nos anos restantes de um total de
20 anos, tempo de vida útil estimada de um equipamento solar térmico.
E, se houvesse um mecanismo com taxas diferenciadas de financiamento motivado pelo governo para aquisição do aquecedor solar, como por exemplo, o parcelamento de 36 vezes, a prestação mensal seria menor que a economia de energia elétrica gerada em cada mês.
Com o aumento do consumo de energia elétrica, falta de água e calor, uma solução seria o redirecionamento de energia elétrica economizada com o uso da energia solar térmica para o uso de aparelhos de ar condicionado, item de conforto e necessário, que consome em média a mesma equivalência de energia. Como exemplo, um aparelho pequeno de ar condicionado de 9000 BTU/h, ligado por 8h/dia, somaria no final de um ano um consumo de 915 kWh. No chuveiro elétrico, o consumo no final de um ano são pelo menos outros 1.044 kWh.
Do ponto de vista do governo, os Sistemas de Aquecimento Solar tem sua contribuição ao sistema elétrico, considerando que cada milhão de aquecedores solares instalados libera e poupa 380 MW das usinas termelétricas, que além de caras, geram gases poluentes.
Para o Dasol, a instalação de 4,35 milhões de aquecedores solares teria um efeito equivalente a anular o elevado crescimento do consumo de energia do setor residencial de2012 a
2013, de 7250 GWh. Potencial e caminhos para isso há de sobra: desde o uso
agressivo no Programa Minha Casa, Minha Vida ao aumento da divulgação do
equipamento para o público em geral. E tecnologia, matéria prima nacional e
capacidade para produzir os equipamentos o Brasil tem tudo.
Cálculo com tarifa de energia elétrica de R$0,39/kWh e ICMS de 25% para 270 kWh/mês e 12% para 200 kWh/mês.
Para o presidente do Dasol, Luís Augusto Mazzon, "o ano de 2015 se inicia com a introdução das bandeiras tarifárias de energia elétrica, que sobretaxam em R$
Comparando o custo benefício da utilização da energia solar térmica com a energia elétrica para o aquecimento de água para o banho, temos o custo do investimento em aquecimento solar, com valores de instalação e operação que resulta em tarifa equivalente de R$ 0,136 por kWh e sem variações por até 20 anos, que é a vida útil do equipamento, enquanto o custo de energia elétrica é de R$ 0,55 por kWh, com impostos, e, ainda, devendo-se somar as bandeiras tarifárias e novos aumentos nos próximos anos. A conclusão é que o custo da energia elétrica é cerca de 4 vezes superior ao aquecimento solar, que proporciona geração de energia térmica gratuita, descentralizada, em abundância, entre outras. Para o Dasol, não há mais o que esperar-se para a adoção de um uso maciço dessa tecnologia.
Para neutralizar os impactos no bolso do consumidor, considerando que a geladeira, o ar condicionado e o chuveiro são os 3 eletrodomésticos responsáveis pela maior fatia da conta de energia residencial, será preciso ir além das dicas de economia tradicionais, e adquirir equipamentos que eliminam parte expressiva do uso da energia elétrica, como a utilização do aquecedor solar para o banho.
Em se tratando do chuveiro elétrico, uma família que tenha 5 banhos por dia de 8 minutos, no total de 40 minutos de banho por dia, o consumo médio mensal ao longo do ano será de 87 kWh/mês de energia.
Como exemplo de benefício na substituição do tipo de energia no chuveiro, a substituição de energia elétrica por energia solar térmica para o uso do aquecimento da água do banho em uma residência que têm em média um consumo de 270 kWh/mês, com a implantação do aquecedor solar a mesma deixaria de consumir cerca de 70 kWh/mês, 840 kWh/ano, o que correspondente a uma economia média de R$ 660,00/ano considerando-se as tarifas atuais, e de R$924,00/ano se considerado o aumento de 40% a ser dado ainda em 2015.
De acordo com o Dasol, com a economia gerada pelo uso do aquecedor solar, o valor economizado em dois anos e meio pagaria o investimento no sistema de aquecimento solar, de cerca de R$ 2.000,00 para um produto que atende a uma residência com
E, se houvesse um mecanismo com taxas diferenciadas de financiamento motivado pelo governo para aquisição do aquecedor solar, como por exemplo, o parcelamento de 36 vezes, a prestação mensal seria menor que a economia de energia elétrica gerada em cada mês.
Com o aumento do consumo de energia elétrica, falta de água e calor, uma solução seria o redirecionamento de energia elétrica economizada com o uso da energia solar térmica para o uso de aparelhos de ar condicionado, item de conforto e necessário, que consome em média a mesma equivalência de energia. Como exemplo, um aparelho pequeno de ar condicionado de 9000 BTU/h, ligado por 8h/dia, somaria no final de um ano um consumo de 915 kWh. No chuveiro elétrico, o consumo no final de um ano são pelo menos outros 1.044 kWh.
Do ponto de vista do governo, os Sistemas de Aquecimento Solar tem sua contribuição ao sistema elétrico, considerando que cada milhão de aquecedores solares instalados libera e poupa 380 MW das usinas termelétricas, que além de caras, geram gases poluentes.
Para o Dasol, a instalação de 4,35 milhões de aquecedores solares teria um efeito equivalente a anular o elevado crescimento do consumo de energia do setor residencial de
Cálculo com tarifa de energia elétrica de R$0,39/kWh e ICMS de 25% para 270 kWh/mês e 12% para 200 kWh/mês.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Chega ao Brasil o evento que reúne a tecnologia e novos desenvolvimentos do setor de impressão 3D
A INSIDE 3D PRINTING reunirá os maiores especialistas mundiais em impressão 3D e empresários de diversos segmentos
A INSIDE 3D PRINTING, feira e congresso internacional, acontecerá nos dias 9 e 10 de março, no World Trade Center, em São Paulo. Já realizado em Cingapura, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Coreia do Sul e China, o evento reunirá pesquisadores, a indústria, investidores e os maiores especialistas e fornecedores mundiais de soluções para impressão 3D.
O congresso, que contará com a presença de especialistas mundiais do setor, abordará temas como a manufatura aditiva e inovação, o desenvolvimento de próteses customizadas em liga de titânio e os avanços da bioimpressão (órgãos e pele). Vai discutir também o impacto da impressão 3D no instituto da propriedade intelectual, assim como o impacto em diversos segmentos da economia.
Além do congresso, a INSIDE 3D PRINTING contará com uma área aberta de exposição, onde serão demonstradas as diversas tecnologias de impressão, os novos equipamentos do mercado e sua funcionalidade.
Os organizadores do evento esperam a presença de empresários, investidores, pesquisadores, engenheiros, arquitetos, projetistas, profissionais da área médica, fabricantes entre outros.
O setor de impressão 3D já tem quase 30 anos e tem alcançado rápido crescimento. No início, eram grandes máquinas, de alto custo e patenteadas, o que restringia o mercado. Hoje, já com o vencimento do período de algumas patentes, o setor está aberto a novos investidores e desenvolvedores, o que resultou no desenvolvimento, tanto na parte física das impressoras, quanto nos softwares utilizados. O preço das impressoras hoje varia entre cerca de U$$ 2.000 e U$$ 300.000.
Segundo a consultoria Wholers Associates, o mercado global de manufatura aditiva e impressoras 3D atingiu 3,07 bilhões de dólares, em 2013. A expectativa é que o faturamento aumente para 12,8 bilhões de dólares até 2018 e ultrapasse os 21 bilhões de dólares até 2020.
Além da questão das patentes, a tendência de crescimento desse setor se dá por conta dos desenvolvimentos de novos produtos que podem ser impressos (plásticos, metais e cerâmicas), assim como a demanda dos mercados por produtos sofisticados e de precisão. Estima-se que hoje 95% dos objetos fabricados com essa tecnologia envolvam o mercado industrial. Ou seja, grande parte das impressões 3D serve para a elaboração de protótipos de testes para determinadas produções em massa. Esse nicho de negócios continua em expansão, mas há, agora, uma nova fronteira que está sendo explorada.
Segundo Mônica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora da INSIDE 3D PRINTING no Brasil, é importante que o Brasil participe dessas discussões e trocas de informações por se tratar de um nicho de oportunidades. “Nesse sentido, o evento será importante palco para a disseminação de informações técnicas e de mercado, no intuito de promover o desenvolvimento e a geração de negócios”, completa a executiva.
INSIDE 3D PRINTING
Local: World Trade Center – São Paulo: Av. das Nações Unidas, 12.551
Congresso
Dia 09/03 – das 13h às 18h15
Dia 10/03 – das 9h às 17h45
As inscrições para o congresso podem ser feitas antecipadamente por meio do site: http://www. inside3dprintingbrasil.com.br/ credenciamento.html
Ou diretamente no local do evento.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Crise hídrica estimula investimentos em energia limpa
Fundos de private equity já estão de olho em empresas brasileiras de fontes renováveis de energia
Com o colapso na captação de água e riscos no abastecimento e geração de energia elétrica, associado à crescente pressão contra as emissões de gases poluentes provocados pelo uso de combustíveis como petróleo e gás, a necessidade de o país voltar os olhos para as energias alternativas, como a solar e a eólica, é cada vez mais premente.
As empresas que compõem a cadeia de energia eólica e solar já sentiram o bom momento para expandir seus negócios e até os fundos de investimento se voltam para a expectativa de lucratividade do setor nos próximos anos.
“Parece que até agora padecemos de um imobilismo no planejamento energético. Ficamos acomodados, contando basicamente com as hidrelétricas. Mas o problema do baixo nível dos reservatórios de água mostra a urgência de se investir em fontes de energias alternativas, como a eólica e a solar. Por isso, empresas e investidores já estão de olho nesse futuro promissor”, destaca Rodrigo Bertozzi, CEO da B2L Investimentos S/A, especializada na mediação de negócios entre fundos e empresas.
O interesse em energias eólica e solar vem aumentando e deve ser ainda maior a partir de agora diante do acordo firmado recentemente entre os países – inclusive o Brasil – na Conferência do Clima (COP 20), no Peru, para reduzir as emissões de poluentes que causam o efeito estufa e o aumento das temperaturas no mundo.
“O acordo firmado em Lima e que deverá ser detalhado ainda este ano na COP 21, em Paris, sem dúvida vai ajudar no crescimento do uso de energia limpa no Brasil, o que vai beneficiar investimentos no setor, como já começamos a observar. Há boas perspectivas, diante da demanda crescente. Além disso, projetos de energia renovável têm um processo de implantação mais rápido, com a obtenção de licenças ambientais mais simples do que as térmicas e hidrelétricas”, informa a advogada Danielle Limiro, sócia da B2L, especialista em energia.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (Abvcap), mais de 21% dos gestores estão com foco no setor de energia limpa; e o interesse já chegou também entre os fundos de venture capital.
De acordo com dados da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (Abvcap), mais de 21% dos gestores estão com foco no setor de energia limpa; e o interesse já chegou também entre os fundos de venture capital.
“Investir em energia eólica e solar é cada vez mais promissor e, além disso, tem forte apelo social. É importante lembrar ainda que o avanço da tecnologia já possibilita ao setor a geração de uma energia limpa com muita eficiência”, afirma Limiro.
Hoje a energia gerada pelas hidrelétricas ainda corresponde a 80% da matriz energética brasileira, mas o Brasil já investe em fontes alternativas. A energia eólica é a que mais cresce atualmente, especialmente em estados do Nordeste. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), em seis anos a capacidade instalada deve aumentar quase 300%. O setor eólico deve passar dos atuais 3% da matriz energética brasileira para 8% em 2018.
O mercado de energia solar também já ganha visibilidade. O que mais se tem ouvido entre investidores, geradoras de energia e fabricantes de equipamentos é que “chegou a hora” da energia solar no Brasil. Em agosto passado, entrou em operação, em Tubarão (SC), a maior usina solar construída até agora no país, com capacidade para abastecer 2,5 mil residências. E o primeiro leilão de energia solar organizado em 2014 pelo Governo contratou 31 novos projetos, que devem gerar energia suficiente para abastecer mais de 900 mil residências.
Diante desse quadro, os casos de empresas de sucesso que estão surgindo no setor faz crescer a demanda por fundos com esse perfil, com especial atenção à cadeia de fornecimento de equipamentos de energia eólica.
“A indústria de private equity deve ter presença cada vez maior como fonte de investimento de capital para fomentar o crescimento das empresas de energias alternativas”, conclui o CEO da B2L.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
2S é a primeira a ter
todas as capacitações
corporativas da Cisco no país
“Com o Cisco IWAN é possível criar uma solução híbrida de alta disponibilidade, com VPNs para trafegar dados menos sensíveis e prover redundância dos links privados, tudo com muita segurança”.
corporativas da Cisco no país
A 2S Inovações Tecnológicas acaba
de conquistar o Advanced Enterprise
Networks Architecture Specialization. Com essa nova capacitação, a 2S se destaca por ser o único canal
Cisco qualificado para elaborar soluções corporativas em todo o portfólio
Cisco.
“No mês passado fomos o 1º parceiro Cisco no país a
conquistar a certificação de Segurança (www.2s.com.br/new10.html ) e agora somos, novamente, o 1º canal Cisco a ter as quatro
Especializações. Somos 100% dedicados às soluções Cisco”, João Paulo Wolf,
Diretor de Alianças da 2S.
Com a nova conquista, a 2S tem seu time certificado em Cisco nas arquiteturas:
• Advanced
Collaboration Architecture Specialization;
• Advanced Data Center
Architecture Specialization;
• Advanced Enterprise Networks
Architecture Specialization;
• Advanced
Security Architecture Specialization.
“A 2S é a
única parceira Cisco no Brasil capacitada para desenhar, implementar e dar
suporte às novas linhas e tecnologias da fornecedora”, afirma Wolf.
Ele cita como exemplo a solução Cisco Intelligent WAN (IWAN), que
permite a combinação de links privados e de Internet convencionais, criando um
ambiente de WAN totalmente seguro, reduzindo custos, otimizando os recursos
existentes e dando maior flexibilidade para o time de TI das empresas.
“Com o Cisco IWAN é possível criar uma solução híbrida de alta disponibilidade, com VPNs para trafegar dados menos sensíveis e prover redundância dos links privados, tudo com muita segurança”.
O executivo explica que com a IWAN é possível também monitorar a saúde
dos links, não apenas status “Up ou Down”, mas delay, perda de pacotes e nível
de serviços.
Assim, os pacotes de aplicações corporativas, de voz e de vídeo, são direcionados
aos caminhos que melhor atendem às necessidades de demandas específicas de
tráfego. E tudo isso é possível com apenas um equipamento instalado em cada
localidade no cliente.
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